O objetivo deste blog é divulgar toda a minha produção poética, sem prejuízo de continuar a ser postada também no Portal de Poesia Rodolfo Pamplona Filho (www.rodolfopamplonafilho.blogspot.com).
A diferença é que, lá, são publicados também textos alheios, em uma interação e comunhão poética, enquanto, aqui, serão divulgados somente textos poéticos (em prosa ou verso) de minha autoria, facilitando o conhecimento da minha reflexão...
Espero que gostem da iniciativa...
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sexta-feira, 2 de maio de 2025

Violência Processual de Gênero




No espaço da justiça, onde a lei é soberana,

Um mal se esconde, silencioso e cruel, 

como uma serpente em sua toca, tirana,

como a sentir o gosto amargo de fel


É a violência processual de gênero, 

um flagelo, sem piedade

Que atinge mulheres, com preconceito 

e profunda ferocidade


Com palavras cortantes, como facas afiadas,

machistas atacam, com estratégias bem planejadas.

As vítimas são revitimizadas, com perguntas invasivas e humilhantes,

seus direitos são negados, com decisões injustas e discriminantes.


Mas as mulheres não estão sozinhas, vozes se levantam para ampará-las 

contra essa violência, que busca silenciá-las e calá-las.

Há juízes e juízas, que aplicam a lei com justiça e igualdade,

e advogados e advogadas, promotores e promotoras, que agem com hombridade.


Então, vamos juntos, lutar contra essa excrescência,

com a força da lei e a união pela decência.

Vamos criar um mundo, onde as mulheres sejam respeitadas de verdade

E o Direito seja reconhecido, com proporcionalidade e dignidade.


E quando a missão for cumprida e a barbárie for derrotada,

mulheres poderão viver, sem receio ou temor.

E a humanidade poderá celebrar, uma vitória grandiosa

contra a postura que somente causa dor.


Brasília, 22 de março de 2025.


terça-feira, 13 de agosto de 2024

Violência Racial e de Gênero

 



 

Na solidão da alma, a violência ronda,

rasgando o tecido da esperança, tão profunda.

Violência racial e de gênero, mãos cruéis a maltratar,

Causando feridas que só o tempo pode cicatrizar.

 

O preconceito tece sua teia venenosa, aprisionando almas, semeando dor espinhosa.

A pele que deveria ser abraço, é alvo de desdém,

e a liberdade é um sonho distante, muito além.

 

Mas na luta contra essa sombra que assombra,

Eleva-se a voz da justiça que nenhuma ameaça doma.

Com passos firmes, busca-se reparação e reconstrução,

para que o mundo seja lar para todos e todas, sem medo da opressão.

 

Salvador, 8 de junho de 2024.