O objetivo deste blog é divulgar toda a minha produção poética, sem prejuízo de continuar a ser postada também no Portal de Poesia Rodolfo Pamplona Filho (www.rodolfopamplonafilho.blogspot.com).
A diferença é que, lá, são publicados também textos alheios, em uma interação e comunhão poética, enquanto, aqui, serão divulgados somente textos poéticos (em prosa ou verso) de minha autoria, facilitando o conhecimento da minha reflexão...
Espero que gostem da iniciativa...
Mostrando postagens com marcador Sobre eu mesmo... Textos dedicados a pessoas específicas. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Resiliência






É preciso


Gentileza


Nobreza


Compreensão


Atenção




É preciso


Amor incomensurável


Carinho inesgotável


Gratidão inestimável


Dedicação interminável




É preciso


Receber o porvir


Resistir


Reagir


Reconstruir




É preciso


Decência


Obediência


Paciência


Insistência




É preciso


Resiliência




Salvador, 11 de outubro de 2011.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Mágoas

 



Há quem prefira

vender uma amizade

por um cachê artístico;

desprezar um amor puro

por ouvir a opinião de uma prima;

desprestigiar o trabalho alheio

para tentar se auto-afirmar;

esquecer uma fraternidade solidária

para soar de vítima da situação;

humilhar com ar de superioridade

a efetivamente investigar o ocorrido;

tripudiar a imagem de colegas

para posar de voz da maioria;

blefar descaradamente e sem pudor

do que aceitar ajuda desinteressada;

ignorar a presença e o cumprimento

em vez de tentar um diálogo honesto;

fazer troça da desgraça alheia

para se sentir aceito no grupo;

perseguir incansavelmente

por não tolerar o diferente;

jogar fora a chance de fazer o Bem,

para se deleitar com seu veneno...


Isso só gera mágoa,

que vira raiva,

até se converter,

se houver o remédio

do esquecimento,

em profunda indiferença,

mesmo sendo cicatriz,

que não se apaga,

para ensinar

em quem vale confiar...


Pamplona, 03 de outubro de 2012, pensando sobre o passado...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Cacá, o Vovô Coruja
(Para Martina, com amor)

 



 

Antônio Carlos Aguiar, Cacá é o nome,Na balança da vida, advogado de renome.Sua palavra é firme, com voz decidida,Mas seu coração é pura ternura vivida.

 

Cacá sempre lutou, sempre foi batalhador,Mas uma nova chama ilumina seu interior.O processo da vida, cheio de emoção,Agora gira em torno de uma doce canção.

 

Gabriela, sua filha, com um brilho no olhar,Vai trazer ao mundo alguém para amar.É Martina, pequena flor, tão esperada,A neta que chega com alma encantada.

 

O homem que, em tribunais, é referência,se perde em sonhos de um futuro em evidência.O terno que usa, com gravata e laço,é deixado de lado para um novo espaço:Um jardim de amor, de cuidados e carinho,Onde Cacá será vovô, com seu jeitinho.

 

Gabriela sorri, esperando o momento,E Cacá, o coruja, vive o seu encantamento.A cada dia que passa, um novo sonho ele vê,E o seu maior desejo é um só: ser avô desse bebê!

 

Martina, menina de olhos a brilhar,Vai fazer Cacá sorrir sem parar.Com cada passo, com cada palavrinha,Você vai encantar o vovô, sua estrelinha!

 

E assim, o advogado de mil causas e saberaprende a vida de um novo jeito a viver.No tribunal da vida, ele é agora o vencedor,E o sua maior causa é o seu novo ardor.

 

Com mãos calejadas de tanto labor,Cacá agora amplia seu sorriso encantador,Porque ser avô é um grande presente,E Martina é o sonho de seu coração, tão contente.

 

Esse livro, pequena, é para te contarQue o vovô te espera, pronto a te abraçar.Com amor e carinho, sempre ao seu lado,Cacá será seu guardião, sempre dedicado.

 

Então, Martina, menina querida,Este é o poema que nasce da vida,Com versos de esperança e melodia no ar,Cacá, o vovô, vai sempre te amar!

 

Belo Horizonte, 15 de dezembro de 2025.

quinta-feira, 20 de março de 2025

Resiliência






É preciso


Gentileza


Nobreza


Compreensão


Atenção




É preciso


Amor incomensurável


Carinho inesgotável


Gratidão inestimável


Dedicação interminável




É preciso


Receber o porvir


Resistir


Reagir


Reconstruir




É preciso


Decência


Obediência


Paciência


Insistência




É preciso


Resiliência




Salvador, 11 de outubro de 2011.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Mágoas

 



Há quem prefira

vender uma amizade

por um cachê artístico;

desprezar um amor puro

por ouvir a opinião de uma prima;

desprestigiar o trabalho alheio

para tentar se auto-afirmar;

esquecer uma fraternidade solidária

para soar de vítima da situação;

humilhar com ar de superioridade

a efetivamente investigar o ocorrido;

tripudiar a imagem de colegas

para posar de voz da maioria;

blefar descaradamente e sem pudor

do que aceitar ajuda desinteressada;

ignorar a presença e o cumprimento

em vez de tentar um diálogo honesto;

fazer troça da desgraça alheia

para se sentir aceito no grupo;

perseguir incansavelmente

por não tolerar o diferente;

jogar fora a chance de fazer o Bem,

para se deleitar com seu veneno...


Isso só gera mágoa,

que vira raiva,

até se converter,

se houver o remédio

do esquecimento,

em profunda indiferença,

mesmo sendo cicatriz,

que não se apaga,

para ensinar

em quem vale confiar...


Pamplona, 03 de outubro de 2012, pensando sobre o passado...

sábado, 15 de abril de 2023

Ser Nordestino é ser brasileiro

 





 

Ser Nordestino é ser brasileiro

Com sotaque e jeito peculiar

É carregar a cultura de um povo inteiro

E a história de um lugar

 

Nordestino é resistência

É lutar contra a seca e a fome

É enfrentar a dura realidade

E encontrar na fé a sua fonte

 

Nordestino é força e coragem

É o trabalho duro no sol escaldante

É o suor que molha a camisa

E o sorriso sincero e radiante

 

Nordestino é música e poesia

É o forró que anima a festa

É a poesia que vem do coração

E que toca a alma e manifesta

 

Nordestino é amor e esperança

É a fé que nunca se acaba

É a saudade que aperta o peito

E a vontade de voltar pra casa

 

Nordestino é ser brasileiro

Com todas as cores e sabores

É a riqueza desse país inteiro

Que nos enche de orgulho e amores.

 

Salvador, 14 de março de 2023.


terça-feira, 11 de outubro de 2022

Saudade de que?






 




Eu não sinto sua falta

Eu sinto falta do amor

que eu sentia por você

 

Então, eu sinto falta

de mim mesmo,

de algo que é meu,

e não de alguém

ou de algo externo

 

Toda saudade

é do vivido,

do sentido,

de tudo que o eu

tomou para si,

como seu,

em algum instante

e que, por algum motivo,

na fugacidade da vida,

acabou se perdendo…

 

Temos e teremos

sempre saudade

de eus que fomos!

E temos e teremos

desejo de eus

que ainda não somos

 

 

“Quero trazer à memória

O que pode dar esperança…” (Lamentações 3, 21)

 

Salvador, 15 de setembro de 2022.

terça-feira, 22 de março de 2022

Resiliência

 





Rodolfo Pamplona Filho


É preciso

Gentileza

Nobreza

Compreensão

Atenção


É preciso

Amor incomensurável

Carinho inesgotável

Gratidão inestimável

Dedicação interminável


É preciso

Receber o porvir

Resistir

Reagir

Reconstruir


É preciso

Decência

Obediência

Paciência

Insistência


É preciso

Resiliência


Salvador, 11 de outubro de 2011.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Mágoas






Há quem prefira
vender uma amizade
por um cachê artístico;
desprezar um amor puro
por ouvir a opinião de uma prima;
desprestigiar o trabalho alheio
para tentar se auto-afirmar;
esquecer uma fraternidade solidária
para soar de vítima da situação;
humilhar com ar de superioridade
a efetivamente investigar o ocorrido;
tripudiar a imagem de colegas
para posar de voz da maioria;
blefar descaradamente e sem pudor
do que aceitar ajuda desinteressada;
ignorar a presença e o cumprimento
em vez de tentar um diálogo honesto;
fazer troça da desgraça alheia
para se sentir aceito no grupo;
perseguir incansavelmente
por não tolerar o diferente;
jogar fora a chance de fazer o Bem,
para se deleitar com seu veneno...

Isso só gera mágoa,
que vira raiva,
até se converter,
se houver o remédio
do esquecimento,
em profunda indiferença,
mesmo sendo cicatriz,
que não se apaga,
para ensinar
em quem vale confiar...

Pamplona, 03 de outubro de 2012, pensando sobre o passado...