Camille,
foi a primeira a chegar,
antes
mesmo de se chamar
Pamplonalândia,
o lar que ia encontrar.
Já foi Camila,
hoje é Camille
Paglia,
a ninja destemida,
a gata empoderada
que não falha.
Acha que é felina,
acha que é
cadela-aranha,
acha que é minha mãe,
acha o que quiser
— e ninguém estranha.
Escala os telhados,
voa leve pelas janelas,
cumprimenta
as vizinhas,
fazendo graça só pra elas.
E a gente explode de orgulho,
e
quase explode o coração,
de tanto amor que essa
figura
planta dentro da mansão.
Não aceita ordem de homem,
nem aceita ordem de ninguém,
é a Alpha soberana
da
Matilha Pamplona
— e faz muito bem.
A santa que inaugurou
nosso peito em devoção,
Camille, divina bagunceira,
rainha
da nossa canção.
(Refrão final)
Camille, Camille,
estrela
que veio iluminar,
mesmo antes de existir
Pamplonalândia pra te chamar.
Camille, Camille,
dona
de tudo que vê,
a líder que guia a matilha
com charme, coragem e fé.
Araguaína/Tocantins, 16 de dezembro de 2025.

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