Para a fragilidade, há esperança:
a vacina, um escudo que a saúde trança
contra doenças, uma barreira forte
que protege vidas, sem distinção de sorte.
Com ciência e amor, a humanidade se une
para erradicar males que a todos importune.
A vacinação é um direito, um dever,
um ato de amor que a todos pode proteger.
Nas mãos dos pais, a nobre missão
de garantir o bem da nova geração;
nas mãos dos líderes, a decisão
de investir sabiamente em prevenção.
A vacina é um presente, um bem precioso,
que salva vidas, sem ser pretensioso.
Então, vamos nos vacinar,
e imunizar a todos, sem hesitar.
Pela higidez, pela vida, pela família,
vamos nos unir, com harmonia e alegria.
A vacinação é, ao final, um ato de amor,
que resgata, da ignorância, do torpor…
Salvador, 20 de outubro de 2025.

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